Sejam bem-vindos!! Hoje é

Fácil assim!

(O explícito descaramento com que pessoas se *prostituem é um clichê que causa profundo asco à uma minoria de cidadãos contrários a imoralidades. É lamentável ver pessoas *prostitutas se vendendo em troca de meros favores, bens materiais, continuidade no atual emprego ou dinheiro de pequenos ou altos valores. Estão nem aí com a ética e a própria dignidade)

Implantar um Projeto sistemático de combate e prevenção ao trabalho infantil em nosso município, viabilizando soluções adequadas para o explorador e o jovem cidadão,  é uma simples questão de iniciativa; austeridade. Bastam apenas boa vontade da população e políticas públicas sem rabo preso.
A SOFT é um Projeto Real. Não é um Projeto-utopia. Não tem segredos, apenas diretrizes e coordenação. O Projeto SOFT mantém o cuidado de que não haja enfraquecimento da economia local com a devida erradicação da mão de obra infantil — a contumaz quarteirização  de que tantos ditos empresários dependem, por uma mera incapacidade de investimentos constitucionais.  Enfim, este projeto não faz uso da covardia em dizer que este é “um trabalho de formiguinha”. Entendendo perfeitamente o que as pessoas desinteressadas tanto tentam dizer e desviar o foco com esta frase,  a SOFT tem como objetivo levá-la ao pé da letra: na natureza, uma única formiga é capaz de carregar até 20 vezes mais que o correspondente do seu próprio peso sob as costas, por distâncias que equivalem a muitos quilômetros relativos aos passos humanos, proporcionalmente. Imagine então um formigueiro de pessoas ativistas. Com tal sinergia, é demasiado fácil carregar quaisquer empresas irresponsáveis, posicionado-as em  seus devidos lugares.
É de conhecimento geral que a legislação vigente, diz que enganar pessoas (neste caso específico, crianças e adolescentes) com o simples intuito de se autopromover, engordando contas bancárias, é um ato tão criminoso quanto aos procedimentos de semiescravidão destes.
Imagine se a grande maioria da população limeirense, ao invés de politizada, tivesse o rabo preso em cadeiras publicas e/ ou estivesse pendurada em cabides de emprego. Daí apareceria um midiatismo qualquer, fingindo não saber de nada, perguntando, por exemplo,  se neste município há menores infratores. Com o cinismo somado ao cúmulo da patetice, estes responderiam: "Não, aqui na nossa cidade não existem menores infratores. Se existem, estão bem disfarçados, bem distantes dos nossos olhares. E, se acaso, aqui exista a prática de menores infratores, as autoridades competentes que façam o seu papel de investigação, apreensão e punição".
O explícito descaramento com que pessoas se *prostituem é um clichê que causa profundo asco à uma minoria de cidadãos contrários a imoralidades. É lamentável ver pessoas *prostitutas se vendendo em troca de meros favores, bens materiais, continuidade no atual emprego e dinheiro de pequenos ou altos valores. Estão nem aí com a ética e a própria dignidade.
Na contramão dos noticiários — principalmente, locais — sobre o desenvolvimento dos setores empresarias de Limeira, destaca-se o paradoxo que confirma o retrocesso. Um subdesenvolvimento fomentado pela mão de obra infantil, das quais alguns setores tornaram-se dependentes, se opondo a iniciativas da Erradicação desta ilegalidade; uma vergonha nacional. 
O maior entrave está na falta de coragem das incorretas políticas públicas de cúmplices, onde oligarquias ditam as regras e, o papel do poder público é o de cair de quatro e enfiar o rabinho no meio das pernas. Ora, para que dizer-lhes então que estão no subcomando do Estado, se eles próprios sabem disso?
Política é um mal necessário. Para benfeitorias comunitárias, necessitamos de aprovação política. Para Projetos semelhantes ao "SOFT", precisamos da presença política. Política, política... 
Todos sabemos, porém, poucos se preocupam em questionar: desde os mais remotos tempos, há o costume de se curvar ante seus políticos. Reverências desnecessárias. Uma grave e total inversão de valores. Na lógica, deveriam ser os políticos a doarem-se ao seu povo de bem. O mesmo povo que os elege; o mesmo povo que arregaça as mangas e os pagam com o suor do árduo trabalho diário, mesmo sabendo que, não somente uma fatia, mas quase que o bolo inteiro, vai direto para os patrocinadores monetários de campanhas eleitorais. Brevemente o mundo despertará com a consciência de que, nós, cidadãos comuns, somos os patrões. Políticos são aqueles desempregados que nós acolhemos, confiamo-lhes um cargo na administração dos nossos impostos e, súbito e arbitrariamente, eles passam a comandar regras subjetivas que nós, não compreendendo por qual razão ainda, obedecemos. 
Igualmente por aqui,  onde burocratas sobrevivem sob o manto da falsa democracia, já despontam “políticos” interessados no Projeto SOFT. Porém, a integridade moral deste, ressalva mais uma vez que, politiqueiros com as suas politicagens mantenham-se distantes deste nosso compromisso. Não há o menor interesse em parcerias de conceitos duvidosos e não-transparência. Precisamos, sim, de políticas sérias, óbvio. Políticos e políticas corajosas capazes de dividir conosco o mesmo Portal da Transparência — transparente!! 
O Projeto SOFT jamais estará à venda. Manteremos o conceito deliberante de entrar e sair pela mesma porta sociopolítica, eternamente.


Gilberto Candido | Idealista do Projeto SOFT



*prostituir 

pros.ti.tu.ir 

(lat prostituerevtd 1 Levar à prostituição; corromper, desmoralizar, tornar devasso: Prostituiu a simplória roceira. Corrompeu a criada e prostituiu-a a outrosvpr 2 Entregar-se à prostituição; aviltar-se, degradar-se, vender-se:Órfã, ignorante, desamparada, acabou prostituindo-se. Mulher de baixíssima condição, prostituía-se até a mendigosvtd 3 Degradar, desonrar, tornar vil: "O ladrão prostitui, com o roubo, as próprias mãos" (Rui Barbosa). vpr 4Aviltar-se, desonrar-se: Prostitui-se a arte para o artista não morrer de fomevpr 5 Deixar-se corromper por peitas ou favores; rebaixar-se: "Prostituir-se à corte, ao ministério" (Constâncio).