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Responsabilidade Social

(Enfim, a ilusão da alta lucratividade a qualquer custo, ganâncias, politicagens, corrupções, condutas das mais perversas possíveis,  geram tais inculturas num círculo vicioso sem fim)

Infelizmente, a nossa pobre cultura grita por todos os cantos, por todas as classes sociais e, defendida, principalmente, pelos setores empresariais, que se o menor não aprende a trabalhar desde cedo, este tende a tornar-se marginal futuramente. 
Ora, nos saltam aos olhos que, salvo raríssimas exceções, as crianças que são submetidas à atribuições oprimidas, ou elas abandonam precocemente, de vez,  o curso normal do desenvolvimento ao trabalho, ou tornam-se ditadoras de regras as quais esta conviveu com as árduas tarefas a que lhe foram impostas na infância laboral, repassando tais conceitos enganosos por gerações (um verdadeiro laboratório para a contínua formação de  áridos  conservadores, num ciclo infinito). 
Aos que ofertam serviços, dos mais variados, às crianças e adolescentes, mais tarde se "orgulham", prepotentes; arrogantes, dizendo que aquela criança ou adolescente de outrora, hoje tornou-se um profissional/ empresário que emprega tantos outros, graças a chance que este teve ao aprender um ofício no chão de suas fábricas e sob a batuta de suas exigências.
Enfim, a ilusão da alta lucratividade a qualquer custo, ganâncias, politicagens, corrupções, condutas das mais perversas possíveis,  geram tais inculturas num círculo vicioso sem fim. Sendo que é de consenso popular — uma imensa comunidade que não é contra o capitalismo — que, para empresários de boa índole, boa formação e responsabilizados socialmente, há, sim, como obter boa margem financeira de lucro em seus negócios sem atropelar sonhos e infâncias alheias.  Há, sim, como manter-se em sustentável estabilidade ou subir sem usar crianças e adolescentes como degraus dessa vergonhosa escada. 
Conscientizados, nós elaboramos que nossas crianças e adolescentes sejam congênitas, educadas pela família, por profissionais capacitados e que sejam protagonistas da própria história. 
São nestes fatos que a SOFT baseia-se para auxiliar uma nova futura geração humanitária.
Nossa visão não é de apenas criticar, expondo os problemas — gritantes e demasiados visíveis, diga-se de passagem. A Responsabilidade Social da SOFT é a de apresentar soluções compatíveis para o explorador e o jovem cidadão.

Gilberto Candido | Idealista do Projeto SOFT